A IntelyGEN lê a esfera pública em tempo real, mede o que de fato se move e converte saliência em projeção de voto calibrada contra apuração real. Não é intenção de voto: é medição, com método escrito, erro medido e previsão assinada antes do fato.
sinais lidos e analisados
entes monitorados
fontes acompanhadas
unidades da federação
Em outubro de 2026 confrontamos 143 pares de sinal de mídia congelado e assinado na véspera da eleição contra o voto real apurado pelo TSE, em 27 estados. O que saiu dali não é opinião:
Em log-odds, a parcela de voto acompanha a parcela de menções com elasticidade β̂ = 1,075, IC90 [0,94 – 1,30] — o intervalo contém 1. Um parâmetro, e ele é a proporcionalidade.
Correlação do score reputacional com a votação: 0,07. Do volume de menções: 0,79. Medimos, publicamos e tiramos o score do modelo de voto — ele mede reputação, que é outra coisa.
Cada projeção é congelada com hash SHA-256 e assinatura antes da votação. Depois da apuração, o erro é medido contra ela — não contra uma versão reescrita. É o que separa previsão de narrativa.
ⓘ Volume mede saliência, não preferência — e saliência reage a evento. Por isso ele entra calibrado, encolhido e com teto de certeza, nunca como pesquisa.
Tudo o que existia continua aqui — com o foco virado para a disputa.
Os 27 estados, presidência, governos e o campo inteiro de candidaturas. Simulação por estado, mapa nacional e disputas em aberto.
Monte Carlo ancorado na apuração real, transferência de votos declarada, base histórica dos segundos turnos e piso de incerteza medido no Brasil.
Ingestão oficial do TSE minuto a minuto, por estado e por município, com curva de tendência que fechou o 1º turno com erro de 0,03pp.
Detecção de ataques coordenados, contas inautênticas e picos sincronizados — com evidência assinada e cadeia de custódia.
A rede viva de aliados, adversários e instituições em volta de cada ente, com contágio de reputação e atribuição de origem.
Crescimento, conteúdo e atribuição por conta, com credibilidade por conta — não por domínio — e filtro de seguidor inautêntico.
Relatórios completos em PDF com hash e assinatura: do panorama nacional ao dossiê de um único nome, prontos para circular.
Piora crítica chega por e-mail e SMS em minutos, com a evidência que a disparou — não um aviso vago.
· O sinal ordena candidaturas: correlação de postos 0,79.
· A previsão é validada fora da amostra, deixando um estado inteiro de fora por vez.
· Cada número traz intervalo, método e a fonte que o produziu.
· Existe previsão assinada a ser cobrada depois.
· Que isto é intenção de voto — não é, e não substitui pesquisa.
· Que temos acurácia garantida para a próxima eleição: uma eleição falsifica, não certifica.
· Que o modelo bate o volume cru em perícia — medimos, e não bate.
· Que alguma previsão aqui chega a 100%: nenhuma chega.
Essa lista é parte do produto. Painel que só mostra o que funciona está escondendo o erro — e erro escondido reaparece no dia da apuração.
Onde a disputa está apertada, o que moveu o ponteiro ontem e qual ataque precisa de resposta hoje.
O campo inteiro num mapa: onde há folga, onde há risco e onde a candidatura ainda não existe.
Reputação, entorno e crise em tempo quase real, com evidência que sustenta decisão.
Monitoramento com cadeia de custódia e relatório assinado — o que exige prova, não impressão.
A mesma plataforma que já operava, agora com o foco inteiro na política — e com o erro na mesa.